SOU CONSERVADORA

Sou conservadora

As pautas conservadoras em prol do Brasil    Eu quero trabalhar com pautas conservadoras para conseguir manter os valores de família, os valores cristãos e, acima de tudo, a integridade da pátria brasileira. Quero poder colaborar no aprimoramento da educação nas escolas e no atendimento do serviço público de qualidade.    Defendas as famílias  Eu quero usar meu mandato para concretizar o cuidado com as famílias e as crianças. Vou atender aos interesses da sociedade e, principalmente, de mulheres e crianças. Terei como guia os valores cristãos e princípios de uma família com base na fé.   Quero cuidar da instituição familiar para que seja um ambiente exemplar para nossas crianças.  Desejo que o significado de família seja difundido como um lugar de cuidado e espelho para o mundo.    Ideologia de gênero     Fui contra a ideologia de gênero dentro das escolas e continuarei sendo. Não podemos permitir que nossas crianças, na primeira fase da infância, já possam lidar com autonomia para definir o que querem para o seu futuro.    A ideologia de gênero coloca fim na instituição familiar. O comportamento sexual precisa ser definido de maneira biológica e natural. Permitir que a ideologia de gênero aconteça dentro das escolas é retirar da família o caminho próspero da infância e da juventude. Essa é uma luta que quero continuar lutando!    Aborto não facilita nada    A saúde pública não vai ser desafogada com procedimentos de aborto. É muito provável que com a legalização do procedimento de aborto, os hospitais fiquem lotados de mulheres desesperadas e sem apoio.     É apoio. É isso que falta para que mulheres possam entender e aprender sobre a retirada de uma vida, sobre os caminhos em defesa da vida. Eu quero entregar atendimento psicológico para gestantes, quero que sejam acolhidas e  saibam as consequências da retirada de uma vida.      Trabalhar na câmara exige experiência, coragem é muito trabalho! Eu fiz e vou continuar fazendo!

CONTRA A IDEOLOGIA DE GÊNERO

CONTRA A IDEOLOGIA DE GÊNERO

IDEOLOGIA DE GÊNERO   A educação precisa ser transformadora, com fiscalização sobre o que é repassado dentro das salas de aula. Cabe à família entender qual o momento correto para falar sobre sexualidade com seus filhos. A educação escolar não pode ser o instrumento que leva qualquer tipo de ideologia para as nossas crianças.    Combate à erotização infantil    Eu entendo que o conceito de homem e mulher é natural, biológico e psíquico na construção da identidade dos nossos filhos. Nossas crianças precisam da escola para aprender com liberdade e segurança, sem qualquer tipo de doutrinação no ensino.      Família possui valor inestimável   Eu acredito que a ideologia de gênero gera intolerância religiosa e menospreza os valores da família, além de ir contra a ciência, ferindo a instituição familiar.    A ideologia de gênero questiona a nossa fé em Deus, a presença da religião dentro da nossa família e na criação dos nossos filhos. Ir contra a natureza e valores de Deus é fechar os olhos para entender que as diferenças sexuais foram criadas por Ele para multiplicar nosso amor.    O certo e o errado    Determinar que não há o certo e o errado, é acreditar que nossas crianças na primeira fase da infância já possuem autonomia para decidir o que querem ser.    Ao permitir que a infância seja marcada com uma criação neutra, nos coloca a um passo do fim da instituição de família. Quem por natureza é homem, é macho e masculino, assim como quem por natureza é mulher, é fêmea e feminina.    O comportamento sexual não pode ser determinado de maneira social, mas sim de maneira biológica e intrínseca a cada um de nós.     Por fim, a ideologia de gênero não pode ser instituída dentro das escolas, acredito que o bom exemplo dos pais dentro do lar é o melhor caminho para o futuro das crianças.   É cada absurdo que nos deparamos que nem acreditamos! A erotização infantil não é por um acaso, nem porque como alguns dizem “os tempos são outros”. Não! A sexualização infantil faz parte de uma estratégia político-ideológica!     Editor Rudhiery Fernandes