SETEMBRO AMARELO

SETEMBRO AMARELO O mês de setembro simboliza a conscientização sobre a prevenção ao suicídio. Essa bandeira amarela é levantada desde 2015 aqui no Brasil e foi criada pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). O diálogo é o melhor remédio Li que, todos os dias, 32 brasileiros tiram suas vidas. Pello menos, 37% de pessoas no nosso país pensam em suicídio em algum momento da vida, mas é possível evitar que o pensamento se torne realidade. O suicídio não pode ser um tabu, não podemos ter medo de falar sobre esse assunto. É preciso que seja um diálogo com responsabilidade, de forma cautelosa e eficaz. O melhor começo para esse assunto é observar: uma pessoa próxima está se isolando frequentemente? Você percebeu que algum amigo perdeu o interesse por atividades que gostava? O desempenho do seu filho na escola está ficando ruim? A fome está reduzida ou aumentada? Esses são indicativos de uma pessoa em estado de depressão. O próximo passo é questionar: “Tem algo que eu posso fazer para ajudar?” Atenção para saúde mental É preciso que as pessoas saibam onde procurar ajuda, um acompanhamento psicológico, um acolhimento profissional. Quero realizar uma melhoria nos atendimentos dos serviços nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPs), nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e nas Policlínicas. Vou lutar para que mais profissionais sejam contratados, a fim de atender quem precisa de qualquer tipo de atendimento psicológico, de forma rápida e efetiva para evitar que o comportamento suicida seja uma hipótese. Pessoas que sofrem com transtornos mentais graves precisam de cuidados especializados e de acompanhamento até a estabilização do quadro. O mês de setembro volta a nossa atenção para essa pauta, mas é importante cuidar da saúde mental da nossa sociedade durante o ano todo.
EM DEFESA DOS ANIMAIS

Também tenho como pauta a defesa dos animais. Me preocupa que nossa sociedade não tenha conhecimento sobre a denúncia de maus-tratos. Me preocupo em saber que a política tradicional dos centros de zoonoses não consegue combater o problema de cães e gatos nas ruas. Sei que esses centros não tratam os animais de forma adequada e, muitas vezes, com violência e crueldade. Animais podem sentir, assim como nós Os animais são sensíveis e possuem sentimentos, eles podem sentir alegria e amor, mas também sofrimento e tristeza. Por isso, denunciar os maus-tratos é tão importante. Muitas vezes, essas denúncias e ocorrências são negligenciadas e acabam sendo deixadas de lado pela justiça. Vou em busca de uma regulamentação mais rígida para os que maltratam animais. Cuidar dos animais, amor a todos Hoje, o Brasil possui mais de 180 mil animais abandonados e resgatados por ONGs. Essa é uma luta diária de pessoas que fazem trabalho voluntário em prol dos bichinhos. Ainda existem muitos direitos que precisam ser conquistados para a causa animal. É preciso que mais programas de castração em massa sejam realizados para que ninhadas não nasçam nas ruas e sejam submetidas a atropelamentos, agressões e envenenamentos. Os animais silvestres, exóticos ou domésticos fazem parte dos seres-vivos, da nossa vivência. O meio ambiente é constituído de todos os seres que formam um todo e precisam de leis que assegurem a total proteção pelo Poder Público e sociedade. Darei voz às causas dos que não podem falar Eu quero poder reduzir o número de animais que sofrem maus tratos através de leis mais rígidas, quero aumentar a sensibilidade para esse tema. Eu quero voltar meus olhos ao tráfico de animais que acontece nas fronteiras do DF e entorno, quero mostrar que não há vidas que valem mais que outras. A vida é um direito de todo e qualquer ser nesse mundo. Mesmo sem personalidade jurídica, os animais precisam de integridade física e cuidados. Editor Rudhiery Fernandes