Buriti sanciona novo Plano Distrital de Educação

Sandra Faraj participa da apresentação oficial do plano, cujo conteúdo foi amplamente debatido na Câmara Legislativa e teve contribuições significativas da parlamentar

 

Nesta terça-feira (14/07), a deputada distrital Sandra Faraj (Solidariedade) participou de solenidade de sanção da lei que institui o Plano Distrital de Educação (PDE). O texto norteará os rumos do ensino nos próximos dez anos em todo o Distrito Federal. “Temos de planejar juntos para avançar mais na área de educação. A comunidade escolar contribuiu, o Legislativo e o Executivo também. Hoje, temos um plano que deve ser nosso guia de bolso. Precisamos melhorar o ensino, a estrutura das escolas e a qualidade da oferta para termos um futuro promissor”, avaliou Sandra.

O documento é composto por 21 metas e foi construído com a participação da sociedade, tendo como base o Plano Nacional de Educação (PNE). No legislativo, foi amplamente debatido e recebeu 108 emendas. Presidente da Comissão de Constituição e Justiça, a deputada Sandra Faraj é autora de 25 emendas, que vão desde a ampliação da oferta da educação infantil, até a contração de professores capacitados para o ensino especial.

 

Confira algumas das propostas de Sandra Faraj, que foram acatadas e constam do PDE:

– Exclusão de ideologia de gênero como conteúdo obrigatório nas escolas do DF;

– Incentivar, por meio dos Conselhos Escolares, as parcerias do setor público com ONGs e instituições sem fins lucrativos para o atendimento à Educação Infantil;

– Assegurar, no prazo de 3 anos, as escolas de educação infantil, recursos de informática e o provimento de brinquedotecas, jogos educativos, cds, dvd’s, livros de literatura infantil, obras básicas de referências e livros didático-pedagógicos de apoio ao professor;

– Garantir o atendimento, imediatamente após a vigência deste PDE, nas unidades da Rede Pública de ensino, às crianças com deficiência, com profissionais devidamente qualificados e habilitados para esse tipo de atendimento;

– Universalizar o atendimento educacional aos estudantes com deficiência, transtorno global do desenvolvimento, alta habilidades ou superdotação, com transtorno do déficit de atenção e hiperatividade – TDAH, ou qualquer outro transtorno de aprendizagem, independentemente da idade, garantindo a inclusão na rede regular de ensino ou conveniada e o atendimento complementar ou exclusivo, quando necessário nas unidades de ensino especializados;

– Adaptar, em dois anos, a partir da vigência do plano, os prédios escolares já existentes, segundo padrões nacionalmente estabelecidos de acessibilidade, sendo necessária a autorização de funcionamento de novas escolas, públicas e privadas, em conformidade com as adaptações indispensáveis às necessidades do estudante deficiente.

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